terça-feira, 2 de dezembro de 2014



Autor:

Dramaturgo grego (496 a.C.-406 a.C.). Um dos mais importantes escritores gregos de tragédia, responsável pela aparição de outros dois atores na tradicional cena individual.
Filho de um rico mercador, nasce em Colona, perto de Atenas, na época do governo de Péricles e do apogeu da cultura helênica, foi responsável pela criação de 120 peças, das quais apenas sete sobrevivem até os dias de hoje.
Em suas tragédias mostra dois tipos de sofrimento: o que decorre do excesso de paixão e o que é consequência de um acontecimento acidental. Reduz a importância do coro no teatrogrego, relegando-o ao papel de observador do drama que se desenrola à sua frente. Faleceu em Atena como já citado anteriormente em 406 a.C.

Obra:


A história se resume no desejo de Antígona de dar ao seu irmão, mesmo que um traidor, uma sepultura digna de um ente querido, este desejo que seria facilmente realizado se não fosse a ordem dada por Creontes para que o corpo ficasse apodrecendo no sol a mercê de cães e aves.
No decorrer da história, Antígona é capturada por desobedecer a ordem do rei e com isso é presa até segunda ordem, segunda ordem que seria dada quando o rei decidisse se mataria ou não a filha de Édipo, porém, quando a decisão de poupá-la foi tomada, já era tarde demais, a jovem havia se suicidado e o noivo que a defendera o tempo todo, acabou por se suicidar por amor e sucessivamente sua mãe pela perda de outro filho.