Autor:
Dramaturgo
grego (496 a.C.-406 a.C.). Um dos mais importantes escritores gregos de
tragédia, responsável pela aparição de outros dois atores na tradicional cena
individual.
Filho
de um rico mercador, nasce em Colona, perto de Atenas, na época do governo de
Péricles e do apogeu da cultura helênica, foi responsável pela criação de 120
peças, das quais apenas sete sobrevivem até os dias de hoje.
Em
suas tragédias mostra dois tipos de sofrimento: o que decorre do excesso de
paixão e o que é consequência de um acontecimento acidental. Reduz a
importância do coro no teatrogrego, relegando-o ao papel de observador do drama
que se desenrola à sua frente. Faleceu em Atena como já citado anteriormente em
406 a.C.
Obra:
A história se resume no desejo de
Antígona de dar ao seu irmão, mesmo que um traidor, uma sepultura digna de um
ente querido, este desejo que seria facilmente realizado se não fosse a ordem
dada por Creontes para que o corpo ficasse apodrecendo no sol a mercê de cães e
aves.
No decorrer da história, Antígona
é capturada por desobedecer a ordem do rei e com isso é presa até segunda
ordem, segunda ordem que seria dada quando o rei decidisse se mataria ou não a
filha de Édipo, porém, quando a decisão de poupá-la foi tomada, já era tarde
demais, a jovem havia se suicidado e o noivo que a defendera o tempo todo,
acabou por se suicidar por amor e sucessivamente sua mãe pela perda de outro
filho.
