domingo, 23 de novembro de 2014


Para o estudo dirigido desse bimestre eu,Marília da Silva Pereira, escolhi o texto Agamêmnon, do autor Ésquilo.


Autor:
Ésquilo, nascido em 525 a.C., na cidade de Elêusis, foi um grande poeta e dramaturgo grego. Morreu em 456 a.C., em Gela.

Ele também foi soldado, e aos 35 anos já possuía o título de herói grego.

Se destacou muito na produção de tragédias. Alguns estudiosos dizem que ele escreveu 79 peças, já outros aumentam para mais 90, mas o certo é que apenas sete peças inteiras sobreviveram até os dias atuais, e alguns pedaços de outras. A única trilogia intacta foi a Orestéia, composta por: “Prometeu Acorrentado”, “Agamêmnon”, “Coéforas” e “Eumênides”.

Ele estava dividido na política, religião e ética. Embora fosse adepto da racionalidade helênica, era monoteísta. Por sua forma de pensar dividida entre duas eras, ele foi um dramaturgo peculiar que fazia uso de uma visão espiritualista.

Agamêmnon data de 458 a.C.

Algumas outras obras dele são:

Os Persas - 472 a.C. Sete Contra Tebas - 467 a.C.

As Suplicantes - 463 a.C.

Coéforas - 458 a.C. Eumênides - 458 a.C.


Obra: A obra de Ésquilo, Agamêmnon, conta a seguinte história:

Clitemnestra está animada com os sinais luminosos, tomando-os como confirmação da vitória na guerra de Tróia. Os anciãos só acreditam com a chegada do arauto que conta a boa notícia. (Acompanhada da má: foram pegos por uma tempestade e boa parte da frota perdida).

O imperador Agamêmnon volta para casa após a guerra de Tróia, levando consigo a vidente Cassandra. Ao chegar ele é recebido pela esposa e pelos Anciões. Clitemnestra, sua esposa, estende um tapete e pede que ele siga aquele caminho; trata o homem muito bem e o recepciona como um herói.
Cassandra prevê então a morte do imperador e a própria, sendo repreendida pelos Anciões. Ela entra no palácio, cercada do sentimento de morte. Ouvem-se os gritos de Agamêmnon, e as portas se abrem mostrando a concretização da profecia pelas mãos de Clitemnestra. Os anciões ficam revoltados e puxam suas próprias espadas. Egisto, amante da mulher, aparece dizendo ter planejado o assassinato.